ANGELA PEREIRA é uma rede social
Nasceu em 16 janeiro de 1975 em Salvador/Ba, formada em Ciências Econômicas (FACCEBA – Faculdade Católica de Ciência Econômicas da Bahia) começou sua vida profissional na área administrativa e financeira de empresas privadas e multinacionais. Há mais ou menos 10 (dez) anos começou a envolver-se em projetos ligados à música e entretenimento, onde se encantou com a profissão e resolveu então se aperfeiçoar na área. Por algum tempo freqüentou a faculdade de Relações Públicas (UNIBAHIA – Unidade Baiana de Ensino e Extensão) para aprimorar os conhecimentos.
Obteve experiência ao longo deste período com a música em Salvador denominada "alternativa", como: BLUES, R&B, SOUL MUSIC, JAZZ, CLASSIC ROCK, MPB, TRIBUTOS (COVER), JOVEM GUARDA, BOSSA NOVA, SAMBA... etc.
Produções como ENCONTRO DE BLUESEIROS DE SALVADOR que entra já na sua 5º edição, CRISTAL ROCK FESTIVAL I E II, 40 ANOS DO ÁLBUM BRANCO, TRIBUTO A RAUL SEIXAS (CARNAVAL 2007) 40 ANOS DO ABBEY ROAD, FESTA TROCA DE SEGREDOS, MOTO FESTIVAL 2004/05, FESTIVAL DE INVERNO BOA LUZ (SE) entre outras, fazem parte do seu currículo.
Áreas de Atuação: Formaturas, Casamentos, Camarotes, Réveillons, Festivais, Feiras, Simpósios, Carnavais, Exposições, Ações de Praias e Mercados... Etc.
Seu Foco É Sempre Trabalhar com qualidade profissional e de Alto Nível Cultural e Musical.
SOBRE A MANAGER DE EVENTOS MUSICAIS:
A ANGELA PEREIRA MANGER DE EVENTOS E PRODUÇÕES MUSICAIS é uma prestadora de serviços do setor musical. Oferecemos mão de obra especializada aplicada ao mercado da música, seja em termos de empresariamento artístico e produção executiva, venda de shows ou assessoria de imprensa.
Nossos clientes em potencial são bandas e músicos independentes do Brasil e exterior, embora também oferecemos pacotes de serviços especiais ESTÚDIOS
Estamos desde 2002 no mercado desenvolvendo um trabalho focado na nova realidade da indústria musical, sempre atualizados com as tendências e toda relação da música com a tecnologia.
A principal característica da ANGELA PEREIRA MANGER DE EVENTOS E PRODUÇÕES MUSICAIS é a ética. Enxergamos a música como um inigualável veículo cultural capaz de transformar mentes e corações. Acreditamos que esse período de transformação da música – apesar de todos os fatores negativos – é, paradoxalmente, de grande valor para a cultura. Diante das atuais dificuldades para a comercialização de música, todos aqueles que vêem na música apenas uma fonte de riqueza material ou de exaltação do ego, estão fadados ao fim. Quem ganha com isso são os verdadeiros artistas [os compromissados com valores culturais] que antes encontravam dificuldades para expor seu trabalho em meio a um mercado tão capitalista e tendencioso.
ANGELA PEREIRA MANGER DE EVENTOS E PRODUÇÕES MUSICAIS vem oferecer seus serviços aos artistas de mesma sintonia ideológica e artística.
CONTATOS:
angelapereira_2003@hotmail.com
+ 55 71 9957-4653 /9957-4663
OUTROS SITES:
http://www.facebook.com/profile.php?id=100000162576335
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=3221022638605086320
*ALGUNS TRABALHOS*
- ÁGUA SUJA
(BLUES, R&B , SOUL MUSIC)
- BEATLES IN SENNA
(TRIBUTO AOS BEATLES)
- ÁLVARO ASSMAR
(BLUES TRADICIONAL)
- BEATLES CONCERT
(TRIBUTO AOS BEATLES)
- KEKO PIRES
(POP /ROCK/ BLUES)
- ROSI MARBACK
(BLUES & R&B)
- SURAMA ALBUQUERQUE
(BOSSA E SAMBA)
- BANDA DE ROCK
(CLÁSSICOS DOROCK)
- CAMISA DE VÊNUS
(AUTORAL | ANOS 80)
- BANDA LIMUSINE
(JOVEM GUARDA / TEATRO)
- ELVIS IN CONCERT
(COVERT DE ELVIS PRESLEY)
- ARMANDINHO MACÊDO
(POP CHORO E SOLO)
- ROCK RURAL (COUNTRY/FOLK)
- ISMAEL MARQUES
(MPB /CLASSICOS NACIONAIS)
- LUIZINHO ASSIS
(QUARTETO DE JAZZ)
- NOTÍVAGOS
(ROCK NACIONAL | 80)
- CLAUDIO LACERDA
(SOUL MUSIC, BLACK MUSIC)
- LUIZ ROCHA
(GAITISTA / COUNTRY E BLUES)
TÁ DE BOM TAMANHO!!!
Postado por Angela Cristina em 10 maio 2012 às 16:54 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Angela Cristina em 10 maio 2012 às 16:51 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Angela Cristina em 13 março 2012 às 15:48 0 Comentários 0 Curtiram isto
Postado por Angela Cristina em 23 janeiro 2012 às 15:00 0 Comentários 0 Curtiram isto
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Bem-vindo a
ANGELA PEREIRA
A franquia The Dubliners Irish Pub, que já teve filiais no Centro Histórico de Salvador e na orla da Barra, agora promete levar o melhor da música para o Rio Vermelho. A casa, inspirada nos moldes dos aconchegantes pubs europeus, oferece estrutura para shows, com espaço para snooker e um cardápio variado com cervejas nacionais e importadas.
A inauguração acontece na próxima quarta-feira (10), e contará com o relançamento do projeto Blues Free Salvador e uma Jam Session de músicos profissionais do cenário local.
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Chopperia no The Dubliners Irish Pub - Rio vermelho |
A The Dubliners Irish Pub é uma franquia existente em mais de cinqüenta países e está presente na capital baiana desde abril de 2005. Inspirado na arquitetura intimista dos Pubs Ingleses e Irlandeses, o ambiente é climatizado, decorado com temas de bebidas famosas – como Jack Daniel’s e Budweiser – iluminado à meia luz.
"É uma oportunidade ímpar de voltar ao passado e vivenciar o clima boêmio em que nasceram alguns dos principais nomes do rock mundial e com uma invejável carta de cervejas", diz a assessoria da casa.
Além de sediar as apresentações de bandas renomadas e iniciantes no cenário musical do estado o local também receberá trabalhos teatrais.
The Dubliners Irish Pub
Local: Praia da Paciência, 255 – Rio Vermelho (Próximo a Farmácia S’antana)
Informações: 71 9957-4653 / 9925-6263
CAMISA DEVÊNUS | BOTOU PRA FUDÊ!!!!
- “Eu estive no primeiro show desses caras, eles mudaram a história do rock baiano (...) E hoje eles são meus ídolos e com certeza os de vocês! Com vocês: CAMISA DE VÊNUS!” E assim, apresentada pelo baixista e também remanescente do rock baiano dos anos 80 Jerry Marlon, a banda CAMISA DE VENUS retorna aos palcos para mais uma grande turnê nacional.
O clima era de uma grande noite rock. Uma fila enorme fez-se logo cedo para acesso ao CAIS DOURADO, local onde a tão aguardada e mais importante banda de rock da cidade daria os primeiros acordes musicais, após quase 05 anos afastada dos palcos. A expectativa era grande, afinal de contas era uma reestréia especial, já que o retorno do conjunto traria novidades, não apenas a substituição de um músico, mas sim, a substituição daquele que até então seria a “cara” da banda, o band-líder Marcelo Nova. Tarefa nada fácil, pois de humor ácido e timbre inconfundível do Marcelo era a “marca registrada” do Camisa.
Nos bastidores um clima de revival total tomou conta dos convidados VIP’S da banda, muitos deles remanescentes da cena rocker local oitententista a exemplos de Marcos Botelho (Ramal 12), Hélio Rocha (Delírium Tremens e 14º Andar), David Roth (Espírito de Porco), Willy With (C.A.N.O.S.), Keko Pires, Ninou Moura, Miguel Cordeiro, Humberto Tedão entre outros.
O ar de confraternização foi inevitável afinal de contas esses encontros eram freqüentes entre um show e outro que rolava no Circo Relâmpago, Troca de Segredo e no Teatro Vila Velha, locais onde abrigavam as bandas de rock da cidade naquela época, muitas delas influenciadas pelo punk-rock britânico que estava no auge naquele período.
A cada hora que se passava a expectativa tomava conta do público e dos convidados que aguardavam a entrada da banda. No camarim estavam Robério Santana, Karl Franz e Gustavo Müllen, os dinossauros e heróis do rock’n’roll baiano esquentando as turbinas para não decepcionar os fãs e amigos. Além deles também estava o que talvez maior responsabilidade tivesse naquele retorno, pois assumiria o posto de maior visibilidade diante do grupo, Eduardo Escott, que apesar de estreante no grupo também foi figurinha carimbada na década de 80, em uma das mais importantes bandas do período, o Gonorréia. O mais novo, o batera Luiz Fernando assume as baquetas na cozinha da banda, ocupando o banquinho de Aldo Machado.
Pouco antes das 23H, um coro sonoro de “bota pra fudê”!!!, expressão adotada pelo público fanático pelo conjunto, convidava os músicos a subirem ao palco. Então, escoltados pela produção do show, uma a um, passaram pelo corredor de acesso ao palco, colhendo abraços e o incentivo dos amigos que estavam ali ao lado do camarim. Primeiro o estreante Luiz Fernando, logo após Robério Santana, um pouco depois Karl Franz Hummel, em seguida quase que guinchado pelo produtor Marcos Clement, foi a vez de Gustavo Müllen, e por fim mais tranqüilo, porém não menos excitado com tudo aquilo Eduardo Scott.
Já nos primeiros acordes era nítido que estava tudo certo e banda diria a que veio. Detonaram no repertório os principais hits do conjunto como: Silvia, Gottan City, Bete Morreu, O Adventista, Passa Tempo, Hoje, My Way...entre outras. Os caras mostraram mesmo que estavam afiados e em sintonia com o público, que por sua vez, não paravam de gritar “bota pra fudê” e pedir às canções que marcaram a trajetória do conjunto. Scott a essa altura já estava completamente à vontade com a nova casa e os novos fãs e arriscou até algumas declarações políticas na introdução de algumas músicas. Além dos maiores sucessos autorais eles ainda apresentaram 02 (duas) canções do Gonorréia, que foi de rápida identificação do público, já que a banda possuía uma sintonia bastante parecida com a do Camisa de Vênus.
Depois de terminada a apresentação da banda, a galera ainda em catarse, convidou a banda retornar ao palco e fazer mais um bis. Então, foi à vez dos convidados brilharem ao lado dos amigos e ídolos. Primeiro o baixista Jerry Marlon, em seguida o guitarrista e produtor da banda Marcos Clement e por fim, o primeiro guitarrista do conjunto: Eugênio. E a noite foi coroada com aquela que talvez seja a mais conhecida música da banda: Eu Não Matei Joana Darck. Perfeito!
Depois de fechadas as cortinas, os músicos foram receber os amigos, a imprensa e alguns fãs no camarim, com a sensação de missão comprida e desafio superado. Todos queriam chegar perto e tirar algumas fotos com seus ídolos, e mais, desejar boa sorte na nova turnê.
Realmente essa foi uma grande noite de rock em Salvador, que há muito tempo não tínhamos visto. Aliás, celebração que resgatou uma atmosfera rocker, excitante e punk, como nos idos de 80. Época que ficou marcada por revelar dezenas de bandas de rock, pelas festas e shows nos circos TROCA DE SEGREDOS e RELAMPAGO, pelos shows no NEW FREDS, na AABB, no TEATRO VILAVELHA, entre outros...Lembrando que, a grande maioria dos grupos foram formados nos shows do CAMISA DE VÊNUS.
Uma cena que ficou marcada para aqueles que viveram o período e que alguns insistem em afirmar que não existiu. E parar provar que essa cena existiu, é que na última sexta dia 29.01, tiramos aprova dos nove e vimos o Camisa de Vênus a banda que nos rendeu o maior fruto desse período mais uma vez subir ao palco e BOTAR PRA FUDÊ!
Por Angela Cristina

Eu passo mal só em ouvir essa frase que virou a “máxima” hoje em dia: - “Só tem GENTE BONITA!” Chega a me dar calafrios. Logo em seguida eu me pergunto o que é GENTE BONITA e o que é GENTE FEIA?!
Aí me pego respondendo a mim mesma: A contar pelo contexto baiano, GENTE BONITA devem ser as pessoas que ficam nos camarotes do carnaval “all inclusive” chapados de “biritas”, lança perfume e outras “coisitas” mais. Ou então, os baladeiros que acompanham as “Trivelas” na Paria do Forte ou os ensaios da Área Verde do Othon Palace aos domingos. Devem ser também os freqüentadores das Feijoadas VIP’s da Dáda & Lícia Fábio, ou até mesmo os figurantes do Nana Banana e Corujas que são protegidos pelas cordas e pela segurança paga dos blocos. Podem também os freqüentadores assíduos do AMADO ou BABY BEEF...Ah! Tudo bem, nada contra!!!
Logo, GENTE FEIA são os espremidinhos do lado de fora das cordas dos tais blocos ou a negras que trançam seus cabelos, vestem roupas coloridas e maquiam-se lindamente para desfilar no Ilê Aiyê ou no Malê de Balé. GENTE FEIA também são os amigos que se reúnem na laje das suas casas na periferia nos finais de semana, para fazer aquela velha “assada de carne” e tomar umas cervejinhas para desopilar a dura semana de trabalho... GENTE FEIA também são catadores de latinhas do carnaval que limpam a sujeira da GENTE BONITA!
Por fim, acho que já estou pegando o espírito da coisa...Se nós tivermos algum no bolso é bem mais fácil sermos GENTE BONITA, mas, sem “dindin” no bolso, imediatamente seremos GENTE FEIA!
Como diria Leonardo da Vinci: - "As belezas e as fealdades tornam-se mais evidentes, quando postas umas na frente das outras."
Por: Angela Cristina
ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO SÓ NÃO VAI QUEM É BAIANO!
Com toda essa invasão da mídia nacional e da exportação do Axé Music para o Brasil afora, é que a folia “momesca” de Salvador perdeu o status de Folia Baiana para Folia Turística. Aquele carnaval decaetanaves, fobicas, cordões e batucadasjá era, hoje em dia o que se vê mesmo são “espaçonaves” faraônicas chamadas de trios elétricos. Camarotes por toda a extensão dos circuitos ocupando deliberadamente o espaço dos foliões da “pipoca” e gente de tudo quanto é canto do país e do mundo espremendo as “mioquinhas da terra” para fora desse universo.
O mais curioso é a velocidade dessa mutação, há pouco não existia carnaval em outro circuito se não o Osmar (que também não se chamava dessa forma), era simplesmente no centro. Tudo bem, a cidade cresceu apertaram as coisas por lá e existiu uma real necessidade de se expandir.
Então surgiu o circuito da Barra, esse rapidamente teve que ser esticado até Ondina e se consolidou como Circuito Dodô e de quebra apareceu o Circuito “Batatinha” no Pelourinho, que até então não era circuito algum, nem de coisa alguma, era apenas o centro histórico e servia de acesso para os foliões chegarem até a Praça Castro Alves.
Lá sim, na famosa praça do poeta, é que batia o coração do carnaval baiano, era onde fervilhava um belíssimo encontro de trios, tocados por artistas da terra e embalados por canções que falavam do carnaval baiano e da folia como: Chão da Praça (Moares Moreira),Atrás do Trio-elétrico (Caetano Veloso), Diabolô (Osmar Macedo)entre outras... E não somente de BEIJOS. Reparem que as músicas de hoje só falam em “beijo na boca”, se formos contar devem ter umas 300 delas, sem exagero, que falam sobre o tema e sem contar os apelos eróticos, tipo: Vou te comer, Raspadinha e Ketchup na Coxinha.
E por falar em beijo na boca, outra coisa que virou questão de vida ou morte para os foliões atuais, principalmente entre a garotada, ébeijar na boca, a coisa banalizou de um jeito que ficou sem sentido. Agente ouve a “molecada” colecionando beijos como se fossem troféus ao final de cada dia de farra. A cantada, a paquera, o galanteio virou caretice... O lema agora é: Cala boca e beija logo!
Outra coisa que perdeu completamente a referência foi as indumentárias da galera, as mortalhas coloridas, as fantasias, as máscaras de caretas que somavam para a alegria e para o lúdico da festa deram lugar aos tão cobiçados e sem graçinhas “abadas”, com eles todo mundo fica igualzinho e sem ter muito o criar. Usar saltos no carnaval? Isso nunca, o legal era aquele tênis bem velhinho que tínhamos usado no ano anterior, já com o intuito de deixá-los “batidinhos” para o carnaval, hoje a mulherada quer mesmo é desfilar suas plataformas imensas na passarela da lama.
Faixas coloridas e trançadas na testa, estrelinhas no contorno dos olhos, purpurinas, colares havaianos, soltar serpentinas e jogar confetes... Ha, Há, Há... Que mico! Isso já era... O carnaval sofisticou. E quanto mais o camarote “sophisticate” melhor, neles você encontra de tudo: Spas, salão de beleza, pista de dança com DJ’s e a “bola” da vez: O “All Inclusive”. Agora se tiver um ator Global lá dentro... Arrasou!
O que sobrou mesmo para a baianada, foi apertar o orçamento para conseguir alcançar o nível social da invasão excursionista e disputar os espaços nos camarotes, blocos, feijoadas e ensaios, que são projetados especialmente para a gringalhada. Ou então, vender churrasquinhos de gato, sem espeto, porque o espeto está proibido, catar latinhas, colocar um isopor nas costas e vender umas latinhas de Brahma Fresh ou Skol e aproveitar o arrastão que Ivetão e Brown fazem na quarta-feira já nas cinzas do REINADO DE MÔMO para igualar a todos, nem que por alguns minutos na festa do MISTURAÊ.
O que dizem é que esse crescimento da indústria carnavalesca trás divisas para o nosso Estado. E que muitos baianos lucram direta e indiretamente trabalhando no carnaval e etc., etc., etc. Mas, a verdade é que dessas tais divisas, os baianos, não vêem nem a “cor”. E de fato o que aconteceu foi que perdemos o nosso carnaval.
Engraçado mesmo é lembrar que Caetano Veloso cantou por muitos carnavais os seguintes versos: - “Atrás do Trio Elétrico só não vai quem já morreu”. Hoje em dia ele bem que poderia refazer esses versos e cantar assim: “- Atrás do Trio Elétrico só não vai quem é baiano!”
Por Angela
Revisão Gabriel Tupinambá.
© 2012 Criado por Angela Cristina.
Ativado por
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